Considero-me uma trintona média, logo, representativa da Classe... mas posso estar enganada...

26
Abr 09

 

Se houve dia na minha vida em que eu nada fiz segundo as minhas próprias regras, esse dia foi sábado.

 

Vivi tudo intensamente, como se não houvesse amanhã.

 

Pensei que, no Domingo, me arrependesse de tudo e não conseguisse olhar-me ao espelho.

 

Mas... nada disso se passou. Consigo olhar, consigo sentir-me bem com os meus actos, que foram escolha minha, como é óbvio.

 

De vez em quando é bom pintar fora dos limites da folha de papel. Diria mesmo que é terapêutico.

 

Boa semana!

 

 

publicado por Trintona(inha) às 22:18
sinto-me: Extasiada!
música: Human - The Killers

14
Abr 09

 

"A vida é curta.

 

Quebra as regras,

vive intensamente,

deseja ardentemente,

perdoa rapidamente,

beija demoradamente,

ama verdadeiramente,

ri incontrolavelmente

e nunca deixes de sorrir,

por mais estranho que seja o motivo!

 

A vida não pode ser a festa que esperávamos,

mas enquanto estamos aqui, deveríamos dançar!"

 

 

Não fui eu que escrevi, mas assino por baixo e traduz na perfeição aquilo que sinto e penso.

 

Beijo

T

publicado por Trintona(inha) às 21:55
sinto-me: Muito bem!
música: The Killers - Human

13
Abr 09

 

Escrevi as frases que se seguem num contexto que nada tem a ver com o blog. Mas achei que até estava inspirada e tem tudo a ver com o que costumo escrever, por isso, aqui vai:

 

Um amigo disse-me uma vez que o amor pode ser comparado a uma salada de frutas. Eu acho que a felicidade também. 

 

Eu sinto-me feliz quando entro no meu carro e ponho um CD ou uma rádio e oiço uma música que adoro. Sinto-me feliz quando recebo um beijo de um dos meus filhos. Sinto-me feliz quando sei que atingi mais um objectivo no meu trabalho. Sinto-me feliz quando tenho um par de horas para pegar numa revista e ir lê-la enquanto apanho sol numa esplanada. 

 

Se me sinto feliz quando sou beijada pelo homem que faz o meu coração bater mais forte? Claro. Mas esse é só um dos sabores... E é uma fruta rara...

publicado por Trintona(inha) às 22:13
sinto-me: Bem!
música: The Fray - You Found Me

11
Abr 09

 

Os meus amigos sabem que não sou feminista. Nem o oposto. Sou pela verdade, pela justiça. Tanto sou capaz de achar que é capaz de ser chato ser homem por ter de fazer a barba todos os dias, ou ser suposto sacar sempre da carteira para pagar todas as contas, como sou capaz de ficar revoltada e não aceitar pacificamente o vosso "condicionamento genético" de espalhar a sementinha.

 

Mas, em conversa com um deles, nomeadamente sobre sexo (oh, que coisa estranha, eu, a falar sobre sexo!), surgiu-me uma questão. Se um de vós chegar ao pé de um grupo de amigos e contar as duas ou três coisas mais arrojadas que acabou de pôr em prática com determinada mulher, serão uns grandes machos. Invejados, olhados com soberba. Se a gaja for boa e os amigos acharem que não é para o bico deles, diria mesmo elevados à categoria de deuses. Já nem vou tecer considerações sobre o que o grupo dirá da mulher. Da que partilhou os mesmos actos com o referido homem. Talvez vocês me digam como é.

 

Agora, imaginemos a mulher a chegar ao seu grupo de amigas e contar cada detalhe das coisas que ambos fizeram. Coisas assim mesmo kinky, eu diria deliciosas. Será julgada. Rotulada. Olharão de soslaio. Afastarão para sempre namorados e maridos daquela que admite à boca cheia que faz isto ou aquilo na intimidade, com quem de direito. Pensando bem nisso, só tenho uma amiga a quem confessaria, e talvez mesmo assim sob tortura, o que faço ou deixo de fazer.

 

Sou eu que tenho um grupo de amigas muito conservadoras ou o normal é mesmo como a Carrie/Charlotte/Miranda/Samantha? 

publicado por Trintona(inha) às 20:58
sinto-me: Curiosa!
música: I don't wanna miss a thing - Aerosmith
tags:

07
Abr 09

 

Então, uns dias depois, aqui volto para escrever umas palavras sobre o que julgo ser "amar aos 30" agora. Os meus 30, obviamente, pois apenas posso falar dos meus. Poderão é haver algumas pessoas cujas vivências lhes permitem sentir as coisas da mesma forma.

 

Amar é necessariamente diferente aos 20, aos 30, aos 40 e por aí fora... Pois se somos pessoas já um pouco diferentes, temos de sentir as coisas de forma diferente. Mas voltei a acreditar que amar pode ser sim sentir o coração a bater mais rápido, pode ser o desejo, ainda que impossível de concretizar, de estar os 1440 minutos que cada dia tem com essa pessoa, adormecer e acordar ao lado dela...

 

Pode ser difícil ultrapassar todos os obstáculos, que, normalmente, nós próprios levantámos... Se já fomos magoados acreditamos que não nos podemos voltar a apaixonar... Se conhecemos alguém, em vez de olhar para as coisas que nos agradam olhamos para as que não conseguiremos suportar por muito tempo... Criamos um muro à nossa volta e não deixamos ninguém entrar. É realmente a melhor forma de não nos magoarem mais, mas é também a melhor forma de morrer em vida. Alguém disse um dia que não há pior do que passar por este mundo e nunca amar. Eu acrescento que quem consegue dizer que já amou verdadeiramente duas ou três pessoas é uma pessoa verdadeiramente afortunada.

 

Creio já ter amado verdadeiramente uma pessoa. Gostava de poder dizer o mesmo por, pelo menos, mais uma. Ainda que me venha a magoar muito. Pelo menos crescerei mais um pouco. Viverei muito mais.

publicado por Trintona(inha) às 20:35
sinto-me: Em paz
música: The Fray - You Found Me

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