Considero-me uma trintona média, logo, representativa da Classe... mas posso estar enganada...

27
Set 09

 

 

A seguir a este fim-de-semana preciso de outro só para descansar. Desde natação, bicicletas-Cascais-acima-Cascais-abaixo, parque em dose dupla, shopping em busca DAQUELA mochila, estou de rastos. Claro que a saída nocturna não ajuda ao corpo mas ajuda ao equilíbrio da mente. Sou mãe mas também sou mulher.

 

Por último, momento de lazer para esta mãe esgotada e entro na FNAC. Meio minuto a olhar para a prateleira dos autores que tenho lido ultimamente (sim, tenho lido!) e escolho um livro que já devia ter lido há muitos anos, escrito na década de oitenta. Abro, folheio, acho bom e trago-o. Quando começo a ler ainda me surpreendo com as "coincidências"... Não só é a minha situação actual como me faz compreender umas quantas coisas que se passam e eu não entendia porquê.

 

E mais tarde, antes de escrever este post, converso um pouco e surge a frase que motivou a escrita: "Nós temos tolerância 0 para tretas nas relações". Pois é, é como me sinto, sem tirar nem pôr. Há muito muito sentimento, muita vontade, mas pouca paciência para tretas... E nem de propósito, o WMP toca "Gravity". Música fantástica, que associarei sempre a esta pessoa que me põe a escrever assim... E fico com medo de não ter a força necessária para, amanhã, tomar a decisão certa e portar-me à altura...

 

publicado por Trintona(inha) às 18:15
sinto-me: Sad
música: Sarah Barreilles - Gravity

15
Set 09

 

Conversa já ocorrida há algum tempo, mas que ando para aqui transcrever há muito:

 

"Mãe... posso perguntar uma coisa?"

 

"Sim..."

 

"Quando um menino gosta de nós...... somos obrigadas a namorar com ele?"

 

"Não, amor, se assim fosse estávamos bem tramadas..."

 

publicado por Trintona(inha) às 19:02
sinto-me: Bem!!!
música: O som da minha filha a jogar Sims :D
tags:

13
Set 09

 

De há cerca de uma semana para cá, lembro-me dos meus sonhos. Desde o dia da morte do meu pai, e já lá vão quase 11 anos, consegui lembrar-me aí umas 3 vezes. Na última semana, chego a voltar para a cama à noite ainda com a memória do sonho da noite anterior. Um bom amigo diz-me que é resultado da estabilidade emocional que tenho vivido nos últimos tempos. Não sei se lhe chamaria isso, mas ok, aceito. Mudei a forma de ver muitas coisas e talvez seja isso que se modificou.

 

Mas ontem, voltei a não me lembrar de uma noite inteira de sonhos - há estudos que parecem mostrar que não sonhamos a noite toda, e afinal, também só dormi 4 horas... Mas lembro-me da primeira imagem que tive quando fechei os olhos. Tenebrosa, macabra, confusa, enigmática. Discutida com quem de direito (ou não, não tenho bem a certeza) traduz incerteza, dúvida, decisões e abandonos. Dito assim, até parece fazer sentido.

 

Não quero mudar nada na minha vida. Não quero ter de tomar decisões que afastam uns e aproximam outros. Só mexo em alguma destas coisas se for obrigada. E não quero ser obrigada a nada. Aliás, se há coisa à qual resisto com todas as forças que tenho (há quem diga que são bastantes) é a ser obrigada a fazer algo. Aconteceu poucas vezes na vida.

 

Quero voltar a lembrar-me dos sonhos da semana passada. Quero voltar aos sonhos com coisas normais, com cores normais, a ver o rosto das pessoas que gosto, nos meus sonhos.

 

Ao escrever isto, lembrei-me de uma conversa que tive com duas colegas de trabalho, sobre os sonhos, precisamente. Uma delas já sem nenhum dos pais vivo e a outra com ambos neste mundo. A que tinha os pais vivos ficou assustada com o facto de a terceira colega sonhar com frequência com a mãe, recentemente falecida. E eu, logo eu, Miss Céptica 1976/2009, explico com rapidez: "Sonhar com as pessoas queridas que já morreram é reconfortante... Permite-te vê-las, falar com elas, interagir com elas. Pode ser calmante até"...

 

Apetece-me adormecer já. Adormecer para não viver as próximas horas da minha vida. Adormecer para ver o meu pai. Adormecer para sonhar com coisas cor-de-rosa (ou lilases). Adormecer para sentir o beijo que espero há tantas horas...

publicado por Trintona(inha) às 18:37
sinto-me: Confusa
música: The Sound of Silence
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11
Set 09

 

Há algum tempo escrevi aqui, creio, uma das frases que me acompanham de há algum tempo para cá: "Quando julgamos saber todas as respostas, vem a vida e muda-nos as perguntas..."

 

Comigo foi assim, mais uma vez. Quando julgava ter todas as variáveis debaixo de controlo, surgiu na minha vida aquela pessoa que me fez voltar a acreditar.

 

A acreditar em mim, nele, no amor, na vida a dois. A desejar. Perturbou-me, muito, daí este post surgir já tanto depois desta entrada na minha vida.

 

Deixei de pensar no que acontecerá quando acabar. No "se" acabar. Vou viver sem me preocupar com o amanhã. Se tiver que chorar (mais) assim será. Chorarei, sofrerei, mas terei vivido mais. Terei amado mais.

 

"E que tudo mais vá pró inferno..."

publicado por Trintona(inha) às 20:27
sinto-me: Completa
música: Hallo - Beyoncè
tags:

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