Considero-me uma trintona média, logo, representativa da Classe... mas posso estar enganada...

22
Mar 10

 

Hoje o mundo inteiro tirou senha para me moer o juízo!

 

A excepção foi a existência de quatro pessoas muito especiais na minha vida, e o almoço, a ver o Tejo, em alto astral!!!

 

Obrigada água, obrigada rio, obrigada mar!!!

 

(Na outra vida fui golfinho, é certo!)

 

:-)

 

PS: Isto aqui do batráquio está diferente!

publicado por Trintona(inha) às 23:10
sinto-me: Bah
música: Hoje nada!

20
Mar 10

 

Está a fazer, precisamente por esta hora, dois anos que entrei nesta casa com a sensação notória que tinha menos uns bons kilos em cima dos ombros. Nunca me hei-de esquecer, nem que viva cem anos mais, do momento em que entrei na cozinha, fechei os olhos e pensei "Não mais discussões, não mais desconfianças, não mais guerras, não mais fechar os olhos". E senti-me, novamente, feliz.

 

Têm sido dias conturbados, alguns, mas todos eles de muita independência. Um casamento não é aquilo. Um casamento deve ser partilha, amor, paixão, confiança, apoio, suporte... E recíproco, em tudo...

 

Por isso, acabou.

As comemorações começaram ontem e ainda não acabaram...

 

 

publicado por Trintona(inha) às 16:30
sinto-me: Super!
música: James Morrison - you give me something

18
Mar 10

 

Acabou!!!

 

Ainda não acredito, mas a 1ª fase (e creio que a mais penosa) da minha nova incursão académica acabou...

 

Xauzinho que vou festejar!!!

 

 

publicado por Trintona(inha) às 23:12

17
Mar 10

 

Não...

 

Eu não vivo num mundo onde um homem põe o filho de cinco semanas no forno, ainda que não o ligue... Ainda que tenha partilhado uma garrafa de whisky com a mãe da criança que, espero, não esteja a amamentar... Ainda que tenha fumado sei lá o quê, que continha alucinogénios...

 

Não...

 

 

 

publicado por Trintona(inha) às 22:48
sinto-me: Hã?
música: Alicia Keys - Empire State Of Mind (Part II) Broken Down

15
Mar 10

 

Algo vai muito, muito, mas muito mal neste país quando, à hora de almoço, se introduz no alinhamento de um telejornal, uma reportagem "em directo" para o local de filmagens de uma telenovela, mesmo que o argumento seja a sua estreia.

 

Eu não quero viver num país assim!

 

publicado por Trintona(inha) às 18:53
sinto-me: Nauseada!
música: Alicia Keys - Lesson Learned

14
Mar 10

 

Parece que estou a entrar nos eixos em termos culturais:

 

http://www.voca-people.com/

 

Muito, muito, muito giro!

 

Nota mental:

 

Para evitar passar vergonhas, comprar sempre bilhetes bem longe dos corredores e nunca, nunca, nunca comprar 1ª fila.

 

:-D

 

 

publicado por Trintona(inha) às 19:23
sinto-me: Com este sol, beeeeeeeeeeeeem!
música: Josh Groban - February Song

12
Mar 10

 

Tenho para mim que nem todas as fantasias são para pôr em prática. Algumas porque são arriscadas, outras porque podiam ferir a susceptibilidade de quem gostamos. E algumas são mesmo impossíveis, diria eu.

 

Tenho algumas assim. Umas que são muito arriscadas de colocar em prática, pelo que ficam pelo que são: fantasias. Outras que já "realizei". Outras que não sei se vou realizar... Já por diversas vezes se me ofereceram para me ajudar (que queridos) mas nunca senti que estivessem preenchidos todos os critérios necessários. Por isso, por vezes, vou utilizando-as no meu imaginário, a sós ou acompanhada... ;-)

 

O que é que vocês pensam sobre isto? Há "fantasias impossíveis"?

publicado por Trintona(inha) às 00:20
sinto-me: ui ui
música: Alicia Keys - The Thing About Love

10
Mar 10

 

O mundo mudou. Ainda me lembro de ter estado à espera quatro anos para colocarem um telefone fixo na casa dos meus pais, lembro-me do primeiro filme que vi em DVD - o Top Gun, lembro-me de receber da minha prima cassetes de música gravada da rádio. Ainda sou do tempo em que as cozinhas não tinham micro-ondas, os miúdos não tinham telemóvel e não existia o Facebook, o MSN, o e-mail ou os jogos on-line. E reparem, ainda não tenho 35 anos.

 

Don't get me wrong, eu adoro tecnologia. Eu uso o homebanking, eu aposto nos jogos da santa casa on-line, não há dia em que não ligue o MSN ou que não vejo o que os meus amigos andam a fazer no Facebook. Sim, até já tive uma quinta. Mas há muito que não sei o que se passa lá - condicionalismos temporais.

 

Mas... estar numa aula e o professor parar para atender o telemóvel... é o quê? E se forem quatro vezes em 3 horas? É respeito pelos alunos? Dá-nos o direito de fazermos o mesmo? Penso que a regra de pôr o telemóvel no silêncio quando se está num restaurante já não se usa. Pois se as pessoas até colocam os telemóveis em cima da mesa para os ouvirem melhor! E ainda se fosse por motivos urgentes... Mas não é. Será que os professores dos nossos filhos também atendem telemóveis na aula?

 

Isto é uma coisa menor, bem menor quando comparada com o que se passa na nossa sociedade ao nível dos valores. Faz o que eu digo, mas não faças o que eu faço. Come a sopa, come os legumes, come a fruta e não faças como eu que me afogo em fast-food. Será que alguém acredita que isto pega depois dos 5, no máximo 6 anos de idade?

 

 

publicado por Trintona(inha) às 23:12
sinto-me: Provocadora
música: Linger - The Cranberries

09
Mar 10

 

Tenho noção de que o post de hoje pode ser incómodo. Para uns, os que ainda não são pais/mães, vai passar completamente ao lado. E não, não vai versar o sexo.

 

Vinha a conduzir, a ouvir música e a pensar que porcaria ando a fazer com a minha vida, quando noto qualquer coisa estranha no "carro" à minha frente. E as aspas surgem porque não era um ligeiro comum, era uma daqueles carros de família, tipo monovolume, creio que é assim que se chama aquele tipo de carro. A "qualquer coisa estranha" era algo de estranho, pensei eu, nos primeiros segundos, num carro. Era um ecrã, enorme, brilhante. Ao pararmos na rotunda, apercebi-me de que era um ecrã de televisão, e deu inclusivamente para constatar que passava um filme, o "Cars".

 

Num segundo impulso pensei que não devia ser assim tão invulgar, afinal, creio que há várias marcas a colocar este tipo de equipamento de série, especialmente em carros direccionados para a família.

 

O ecrã está colocado atrás, a malta põe um filme, e a criançada vai atrás, feliz e... calada. Eu debato-me cá em casa com problemas relacionados com os tiranos que não me querem deixar ver o telejornal. Sim, temos mais do que uma televisão, mas creio que a solução também não passa por estar cada um a ver a sua programação. Se tivesse uma televisão no carro, acho que os meus filhos já não saberiam falar por esta altura. Sim, estou a ser retrógrada, estou a ser bota-de-elástico. Eu não tenho cabo. E de cada vez que pondero aderir, penso no Panda, no BabyTV e nos demais canais que passam programação "infantil". Se com os quatro canais básicos já tenho muitas vezes de me aborrecer para sair de casa...

 

Não digo que não encontre utilidade neste tipo de equipamento num carro numa viagem Lisboa-Porto, ou Lisboa-Algarve. Agora, no dia-a-dia, para ir buscar e levar à escola... Que filhos estamos a criar? Que pais estamos a ser? Ainda perguntamos como correu a escola? Sabemos os nomes dos amigos dos nossos filhos? Será que é a nós que os nossos filhos vão recorrer quando tiverem dúvidas sobre o amor, o sexo, a paixão, o corpo?

 

Para os que ainda vão a tempo... Não esperemos que eles cheguem à adolescência para lhes dizer que estamos à disposição para as dúvidas. Demonstremos-lhes diariamente que fazemos parte do grupo de pessoas neste mundo que mais os querem ver felizes. E que isso passa por estarmos realmente presentes para eles. Não só de corpo. Acima de tudo, de alma.

 

 

publicado por Trintona(inha) às 23:09
sinto-me:
música: Alicia Keys/Jimmy Cozier - Mr. Man
tags:

08
Mar 10

 

Do pouco que conheço deste mundo, não o compreendo. Não sei o que é que já aqui escrevi sobre o assunto, mas como a opinião não mudou, posso expressá-la à vontade.

 

Numa "discussão" recente, expus um dos meus pontos de vista: não entendo qual a vantagem que uma mulher tem, numa relação recente, em embarcar numa destas "aventuras". Se ainda nem conhece bem aquele parceiro, para quê ir fazer sexo com outro, e mais: vê-lo a fazer sexo com outra? (ok, ok, ou não, nem todos os casais escolhem essa opção, certo?)...

 

Disseram-me: "Ah, e tal, é aliciante...". Continuo sem perceber. Se for uma mulher fisicamente interessante, não precisa de arranjar um homem para "comer" um outro. Come o que quer e pronto. Eles não costumam fazer-se de esquisitos.

 

Se o casal ainda não se conhece, que interesse tem nesta prática? Numa relação de anos, de décadas, ok. Não concordo, mas consigo compreender que a fuga à rotina possa passar por aqui. Haverão umas largas dezenas de outras formas, mas enfim.

 

Espero que este post marque uma nova era para o blog... God knows how much I need it!

 

 

 

T

 

 

publicado por Trintona(inha) às 00:07
sinto-me: a bit sleepy
música: Alicia Keys - Empire State Of Mind (Part II) Broken Down
tags: ,

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