Considero-me uma trintona média, logo, representativa da Classe... mas posso estar enganada...

31
Jul 10

"Durante todos estes anos eu ouvia a minha música preferida dos Beatles e associava-a sempre a nós (...) Trauteava a letra vezes sem conta e pensava na minha história contigo. Até que um dia, de regresso a casa ao volante do meu carro pela estrada Marginal, a apanhei por acaso na rádio e nem sequer me lembrei de nós. Talvez tenha sido esse o dia em que te esqueci"

 

Concordo com a Margarida nisto. Quando estamos num local com história "nossa", quando ouvimos uma das "nossas" canções, quando se cruza connosco um homem com o "teu" perfume... e não pensamos em "nós". Ou quando pensamos, mas já não dói. Sabe infinitamente bem pensar que já não estamos presas a uma história sem futuro, que não nos faz feliz.

 

 

publicado por Trintona(inha) às 22:53

30
Jul 10

 

Não morri.

 

:-)

publicado por Trintona(inha) às 18:01

26
Jul 10

 

Na próxima semana tenho desculpa para não postar: vou à faca.

 

Adeus, até ao meu regresso (espero)!

publicado por Trintona(inha) às 16:35

20
Jul 10

 

 

Quando tento explicar a um amigo que estou em "retiro espiritual", a questão torna-se inevitável.

 

 

Porquê. Por causa do meu estado de saúde?

 

 

Não

 

 

Porque...

 

ou são burros

 

ou são maus (mt maus) na cama

 

ou são feios

 

ou têm um trabalho super-desinteressante que não lhes permitiu ainda (aos 40!) sair da casa da mãe

 

ou não têm educação

 

ou só pensam na própria pila

 

Haviam mais algumas alternativas a citar, mas...

 

 

 

...estou cansada!

publicado por Trintona(inha) às 23:55
sinto-me:
música: Keane - Sunshine

11
Jul 10

 

... vou torcer pela Holanda!!!

publicado por Trintona(inha) às 18:41

07
Jul 10

 

Tenho o carro na reserva já há vários kilómetros e enfio-o na primeira bomba com que me cruzo. Normalmente sou fiel a uma marca, mas com o carro praticamente a ficar-se pelo caminho, não sou esquisita.

 

Entro, vejo uma loja deprimente, despida, com aparência de quem está quase a ser encerrada. Praticamente não olho em volta, sinto que estão lá mais uns dois clientes mas não olho para ninguém directamente.

 

Digo o que quero (pré-pagamento) e, quando vou marcar o código, sinto um homem demasiado perto de mim, pela minha direita. Posiciono a mão de forma a que não veja o meu código e digito-o com vários dedos, bem rápido... Procedimento automático em mim quando sinto que alguém está, talvez, a observar.

 

Quanto termino sinto um toque no meu braço (vestido strapless) e penso "que inoportuno!" e, por me sentir incomodada, retiro o braço e afasto-me.

 

Saio em direcção ao meu carro e inicio o procedimento... Quando olho pela montra reconheço o autor do toque e das proximidades suspeitas: é um atleta conhecido, medalhado, da nossa praça...

 

Encho o depósito, ele saiu, olha-me demoradamente... e eu desvio o olhar... Há gajas burras...

 

Fico a olhar para ele... 1,85 de pura tentação... Deixo-o passar, sigo-o com o carro... Pode ser coincidência, mas pareceu-me que, durante uns kilómetros, esperou por mim... E eis que dá a volta... Estava enganado no caminho? Um carro daqueles e não tem GPS?

 

Hummmmmm...

 

publicado por Trintona(inha) às 17:59
sinto-me: Babada
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