Considero-me uma trintona média, logo, representativa da Classe... mas posso estar enganada...

29
Nov 11

 

 

Hoje estão assim... Verniz Andreia, que é português!!!

 

 

 

publicado por Trintona(inha) às 00:15
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28
Nov 11

 

A actual-do-ex já é passado...

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Ah, e se abrirem a música abaixo, usem phones. Depois não digam que não avisei... 

publicado por Trintona(inha) às 22:54
música: Pacman (Da Weasel) - O Princípio de uma Boa Queca

26
Nov 11

 

Logo após a minha separação criei na minha cabeça uma série de máximas. Uma delas foi jurar a mim mesma que nunca ia voltar a acreditar que existem pessoas fiéis. A teoria é mais ou menos assim: toda a gente dá a facadinha se achar que não é apanhada e quando a tentação é superior a um nível-limite. Se a tentação não for suficientemente grande, não o fará... Já se for...

 

Assim, vendo-me numa relação há já algum tempo, de vez em quando penso... mantenho a mesma teoria ou revejo, adaptando-a à minha situação actual? ;-)

 

E não é que há coisa de semanas me vejo, em plena viagem de carro com o respectivo a explanar a minha teoria?

 

Ao que ele me responde: "Claro que o mesmo se aplica a ti..."

 

(Obviamente, não neguei...)

 

publicado por Trintona(inha) às 23:11

25
Nov 11

 

 

 

Manicure Azul!!!

 

 

 

 

 

E de hoje a um mês é Natal!!!

 

 

 

 

 

publicado por Trintona(inha) às 19:21
sinto-me: Melhor!
música: Bobby McFerrin - Don't Worry Be Happy
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24
Nov 11

 

Será que é só a mim que acontece isto? Ontem, quando cheguei a casa pensei: "Tanta coisa para fazer, ainda bem que amanhã não vou trabalhar".

 

Hoje, em vez de acordar a uma hora decente, para variar, acordei às 8h e já não consegui ficar na cama, nem para fazer ronha. No entanto, são 11:30 e ainda não contribuí em nada para a sociedade (leia-se: para o sistema familiar).

 

Acordo cansada, à noite apago-me. Tenho sempre tarefas para desempenhar em casa. Cuidar de mim, 0. Estou triste, estou anímica.

publicado por Trintona(inha) às 11:29
sinto-me:

04
Nov 11

Uma das minhas frases favoritas é:

 

Concedei-nos Senhor

Serenidade necessária para aceitar as coisas que não podemos modificar,

Coragem para modificar aquelas que podemos e

Sabedoria para distinguirmos umas das outras.

 

Talvez pela questão de eu não ser católica (fui educada como tal mas acredito que, neste momento, sou cristã mas não católica), costumo dizer esta frase mas com uma alusão a uma haste óssea localizada na cabeça da pessoa em causa que me apetece partir.

 

Neste momento, tenho uma dessas pessoas na minha vida. Laboral, felizmente.

 

É uma pessoa que controla os minutos a que os outros entram e saem, que se enfia nos gabinetes para conversar sobre a vida alheia, que diz coisas despropositadas, que sugere aos outros usarem "uma cintinha" porque estão gordos... enfim... uma série de coisas extremamente irritantes. Há dias em que a suporto bem, há outros em que me apetece estragar-lhe as tais hastes. Tento lembrar-me sempre que é preciso relativizar. Aturo-a 35 horas por semana, às vezes nem tanto, porque nem sempre os horários coincidem e agradeço a Deus ser o único contacto que tenho com ela. E a relativização final vem com o pensamento de que a minha vida laboral é só uma pequena parte da minha vida e nem é a mais importante. Importante, isso sim, é a minha família.

publicado por Trintona(inha) às 21:28

01
Nov 11

 

Quando comecei a escrever este blog, tinha (+-) 31 anos. Havia tanta coisa que eu ainda não sabia. Se viver mais três anos, acredito que vou saber muito mais. Fazer 35 não é fácil. Suponho que quando fizer os 40 me vou queixar mais um pouco. Mas hoje pretendo escrever sobre um papel que eu nunca pensei ocupar e que, nos últimos 3 anos, ocupei. Uma vez apenas, mas ocupei.

 

Eu fui a outra. Durante demasiado tempo. 

 

Sinto necessidade de dizer logo à partida que quando me envolvi com ele não sabia que era casado. Sem aliança, a ficar fora de casa até às 7h da manhã, sem estado civil de "casado" nas redes sociais... enfim. Não sei se fui burra, se não quis ver, mas quando me apercebi já estava apaixonada.

 

Nunca perguntei o nome dela. Nunca quis saber se tinham uma relação ou apenas viviam na mesma casa, nunca procurei fazer notada a minha presença, como oiço falar que algumas mulheres fazem.

 

Foi demasiado intenso, foi demasiado bom. Como já aqui escrevi muitas vezes, foi difícil esquecê-lo. Quando oiço uma das nossas milhentas músicas ainda sinto aquele aperto no peito. Saudade, será?

 

Sempre fui da opinião que a culpa não é do "terceiro elemento", mas sim da pessoa que, tendo uma relação supostamente monogâmica, mente à pessoa com quem está. E para mim, sempre foi tão grave ser casado, como amigado ou namorado. Nunca consegui estabelecer graus de gravidade, com a excepção para a existência de filhos. E eles existiam. Uma.

 

Assim sendo, como é que eu lido com esta minha história do passado? Tentando aprender com os erros. Tentando viver com a ideia de que não sou perfeita e também cometo erros.

 

Mea maxima culpa.

publicado por Trintona(inha) às 17:54
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