Considero-me uma trintona média, logo, representativa da Classe... mas posso estar enganada...

07
Abr 09

 

Então, uns dias depois, aqui volto para escrever umas palavras sobre o que julgo ser "amar aos 30" agora. Os meus 30, obviamente, pois apenas posso falar dos meus. Poderão é haver algumas pessoas cujas vivências lhes permitem sentir as coisas da mesma forma.

 

Amar é necessariamente diferente aos 20, aos 30, aos 40 e por aí fora... Pois se somos pessoas já um pouco diferentes, temos de sentir as coisas de forma diferente. Mas voltei a acreditar que amar pode ser sim sentir o coração a bater mais rápido, pode ser o desejo, ainda que impossível de concretizar, de estar os 1440 minutos que cada dia tem com essa pessoa, adormecer e acordar ao lado dela...

 

Pode ser difícil ultrapassar todos os obstáculos, que, normalmente, nós próprios levantámos... Se já fomos magoados acreditamos que não nos podemos voltar a apaixonar... Se conhecemos alguém, em vez de olhar para as coisas que nos agradam olhamos para as que não conseguiremos suportar por muito tempo... Criamos um muro à nossa volta e não deixamos ninguém entrar. É realmente a melhor forma de não nos magoarem mais, mas é também a melhor forma de morrer em vida. Alguém disse um dia que não há pior do que passar por este mundo e nunca amar. Eu acrescento que quem consegue dizer que já amou verdadeiramente duas ou três pessoas é uma pessoa verdadeiramente afortunada.

 

Creio já ter amado verdadeiramente uma pessoa. Gostava de poder dizer o mesmo por, pelo menos, mais uma. Ainda que me venha a magoar muito. Pelo menos crescerei mais um pouco. Viverei muito mais.

publicado por Trintona(inha) às 20:35
sinto-me: Em paz
música: The Fray - You Found Me

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