Considero-me uma trintona média, logo, representativa da Classe... mas posso estar enganada...

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Jun 09

 

Estou numa daquelas fases da minha vida. Uma de mudança. Penso que comprei mais um dos livros da minha vida. Daqueles que vamos lendo e muda tudo. A visão do mundo, das outras pessoas, do nosso propósito ao passar por aqui... Sim, porque pode parecer que eu não ligo nenhuma a estas coisas, mas ligo. Penso bastante até. Mesmo assim, de menos.

 

E como eu não acredito em coincidências, quando todos os acontecimentos da minha vida se alinham, como os planetas, eu acho que se passa alguma coisa. Como se os deuses, Alá, Deus ou what ever me estivessem a mostrar algo que eu tenho mesmo que ver.

 

Por vezes acontece-me isto. Um acontecimento, uma notícia, uma alteração na minha vida... e eu penso "fixe!". Acontece a segunda e eu começo a estranhar. À terceira já liguei o radar e estou a tentar perceber o que é que o cosmos me quer mostrar. Posso até demorar tempo, mas normalmente acabo por compreender. E estou num desses momentos, ainda a tentar perceber o que é que eu tenho de integrar na minha vida, de alterar, de revolucionar. Tudo porque não acredito em coincidências. Mas também, há situações em que ninguém acreditava...

 

   

publicado por Trintona(inha) às 14:50
sinto-me: Em grande!
música: My humps - BEP

8 comentários:
Olá amiga,
Eu também não acredito em coincidências acredito sim que por vezes o cosmos nos envia direcções e se conseguirmos desenhar o mapa ... voilá ... sabemos a direcção a tomar.

Beijinhos e excelente fim de semana
Marta a 10 de Junho de 2009 às 20:10

Olá Marta!!!

Pois é, é um tema muito interessante, ao qual creio que voltarei mais vezes.

Beijo

Anima Mundi!
Tropeçamos mas não conseguimos perceber em quê, por não haver algo para tropeçar; antes de um copo cair já estamos a jeito para o apanhar; toca o telefone e já sabemos quem é, mesmo sem estarmos à espera que essa pessoa nos ligue; tomamos um caminho sem saber porquê. E de repente algo de muito estranho acontece que explica tudo, ainda que não nos seja imediatamente perceptível.
São alturas em que estamos mais sensíveis ao que nos rodeia, em que se tornam mais visíveis as "pistas" que nos orientam para "bons caminhos".
Não são coincidências. Estamos constantemente a receber esse sinais. O que não é habitual é estarmos receptivos aos mesmos.
Miguel a 12 de Junho de 2009 às 09:27

E é tão bom quando estamos, não é?

Beijo!

É bom, sim, e também, pela minha experiência, pode ser terrivelmente assustador.
Porque esses sinais tanto vêm para coisas boas como para coisas más. E nem sempre queremos saber o que de mau aí vem, não é?!
Miguel a 15 de Junho de 2009 às 11:28


Eu quero, sempre. Sei que pode ser muito assustador, mas, por exemplo, se eu tivesse uma doença neoplásica, por exemplo, gostaria de saber o mais cedo possível, para rapidamente poder actuar. Para ter mais hipóteses de sucesso. Faz sentido?

Beijo!

Com o teu exemplo, faz todo o sentido.
Nos meus, é um horror.
A minha mulher diz que sonho muito enquanto durmo: acorda comigo a falar, a chorar, a rir, etc.
Nunca me lembro do que sonhei.
Excepto das vezes em que me lembrei. E é por isso que é um horro, porque sempre que recordei o que sonhei, esse sonho/pesadelo realizou-se. Mas realizou-se mesmo. Com todos os pormenores.
Já deixei de sair de casa por causa disso. E fiquei sem saber se era ou não um sonho "efectivo".
Não é fábula nem um conto de ficção científica. É a pura verdade.
Mas, e se eu sonhar que algo te vai acontecer? Devo ou não dizer-te? E se te dissesse, acreditarias em mim?
Miguel a 16 de Junho de 2009 às 13:18

Olá Miguel

Até um determinado dia de Janeiro do ano de 1999, sempre me lembrei dos meus sonhos. Alguns deles tinham a ver com desejos meus - de liberdade, por exemplo - outros com coisas que iam acontecer. Não costumo sonhar com coisas negativas. Mas agora que fez 10 anos que não me lembro dos meus sonhos, sou mais de ter "pressentimentos". Por vezes, dou comigo a ficar extra-mega-calma em determinadas situações e a pensar comigo mesma que sei que aquela situação vai acabar bem. E quando consigo ouvir essa minha voz interior, costuma estar certa.

Eu gostaria que me dissesses, mas hã quem não quereria.
E provavelmente acreditaria. Mas há quem invariavelmente não acreditasse.

Beijo!

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