Considero-me uma trintona média, logo, representativa da Classe... mas posso estar enganada...

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Nov 10

 

Depois te tantos anos sem dar um tostão pelo que os "gajos" que querem estar comigo sentiam por mim, dou por mim na encruzilhada de me importar.

 

Na situação de querer saber, como outrora foi tão fácil para mim, se aquela pessoa que está ali comigo, no café, no cinema, no restaurante, gosta de mim, se genuinamente me quer fazer feliz.

 

É como diz a Cher? Is it in his kiss? E nos olhos? Não está? Nas palavras ainda não esqueci que não está. Lá diz o ditado, "palavras levam-nas o vento!"

 

E agora? Como distinguir?

 

publicado por Trintona(inha) às 12:30
sinto-me:
música: One day I'll fly away - Nicole Kidman e Ewan McGregor
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6 comentários:
"isso" não se percebe..sente-se. e sente-se com uma intensidade louca qd é verdadeiro..
nós, à partida, sabemos quem gosta de nós..às vezes queremos é "tapar o sol c a peneira"

bj gd,

Catarina
Catarina a 28 de Novembro de 2010 às 18:57

Tens toda a razão... sente-se à distância... Mas sabes, andava tão destreinada e passei por tanta coisa que às vezes dou por mim a pensar "Será que finalmente mereço isto?"

:-)

é claro que mereces!
sabes que, depois de muito sofrimento, "quase" nos habituamos a ele e, qd surge uma situação feliz, uma "lufada de ar fresco", ficamos apreensivas e receosas..
acho que faz parte da natureza das mulheres mt românticas..

um beijo.

carpe diem..
Catarina a 30 de Novembro de 2010 às 00:20

É mesmo...

:-*
Trintona(inha) a 30 de Novembro de 2010 às 12:15

Não me custa acreditar que qualquer homem que te conheça queira, de facto, fazer-te feliz.

Essa será uma boa notícia, se ainda for notícia.

O problema é saber, descobrir, adivinhar...
o que é que ele está disposto a fazer,
de que está ele disposto a abdicar,
até onde é que ele pode ir, ou deixar de ir,
que alterações no seu mudus vivandi é que ele quer ou pode aceitar,
...para te fazer feliz.

E depois tenta descobrir...
o que é que estás disposta a fazer ou não fazer,
de que estás disposta a abdicar,
até onde é que podes ir, ou deixar de ir,
que alterações no teu mudus vivandi é que queres ou podes aceitar,
...para também o fazeres feliz.

Ora gaita, lá vem este gajo complicar, dirás tu.

A verdade é que não sabes, não sabemos, assim, saber mesmo, com certeza...

Mas se, após algumas experiências más ou menos boas, sentires que num gajo há algo que te pode convencer das suas boas intenções, se pensares nisso e sentires uma espécie de arrepio, que raio, talvez seja verdade. Afinal, também há homens bons, não? Ainda que estejam escondidos ou já se mostrem ocupados, há-de haver alguns por aí, ainda livres e à procura da cara metade, da alma gémea...

O Amor não se sabe, não se procura, não se encontra; Ele é que nos econtra, e quando nos encontra, só nos compete vivê-lo.
VI...VÊ - LO.
Miguel a 30 de Novembro de 2010 às 23:32

Olá M

Acho que sintetizaste muito bem... Até onde é que cada um de nós está disposto a ir para fazer o outro feliz... Será uma das formas de "avaliar" uma relação... E lá estou eu a ser racional outra vez, que treta...

V-I-V-E-R

Bom lema ;-)
Trintona(inha) a 1 de Dezembro de 2010 às 14:18

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