Considero-me uma trintona média, logo, representativa da Classe... mas posso estar enganada...

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Dez 10

 

Ao longo dos meus 34 anos de vida, muitas pessoas deixaram, como em todas as outras vidas, marcas indeléveis.

 

Por vezes, em conversa com algumas delas, com as que, obviamente, mantenho contacto, falamos sobre esses momentos em que elas me marcaram. Na maioria das vezes, elas nem se lembram da conversa que tanto me marcou. Sei que o oposto também acontece, já mo disseram várias vezes.

 

 

Por vezes, porque me falaram num livro que mudou a minha vida: "P - A Profecia Celestina"

 

Outros, porque me falaram num outro livro: "M - O alquimista"

 

Outras, porque me disseram uma frase: "O - Tu mereces alguém que te mereça"

 

Outras, porque me disseram uma outra frase: "G - Ainda continuas a escolher com os olhos e não com o coração?"

 

Outras, por existirem na minha vida: "L & L"

 

Outras, por me ajudarem a reconhecer os meus limites, para não mais voltar a ultrapassá-los: "M"

 

Outras, porque me supreenderam com uma pensamento: "L - Estava ali a olhar para si, assim, com os cabelos de lado e pensei «Como é bonita esta rapariga»"

 

Outros, porque me mostraram que o meu auto-conceito, aos 16 anos, estava muito errado: "M - O que é que a menina está a dizer? Não vai para o ensino superior porque? Fique calada e não diga asneiras"

 

Outras, porque me fizeram tomar o rumo profissional que hoje tenho: "A - Não queres vir fazer os pré-requisitos comigo?"

 

Outros, porque me mostraram que nós próprios nunca nos vemos com a objectividade com que os outros nos vêem: "P - Não sei o que é que vocês mulheres vêem em mim, eu olho-me ao espelho e não vejo nada disso"

 

O meu pai, que sempre me ensinou a pescar e raras vezes me terá dado o peixe. Se não fosse ele, provavelmente, hoje não saberia instalar uma ficha, montar um candeeiro ou uma torneira.

 

 

Muitas vezes o acaso que coloca esta ou outra situação no meu caminho: conhecer todas as pessoas que conheci, todas as experiências porque passei, todos os desafios que ultrapassei e todos aqueles que fui obrigada a reconhecer que não conseguiria solucionar...

 

 

 

Apesar de anónimo, o meu muito obrigado a todos eles.

 

 

 

 

publicado por Trintona(inha) às 14:21

8 comentários:
Depois de ler e porque me identifico com as palavras que aqui deixou, sempre achei que ninguém passa na nossa vida por acaso, e por vezes tardiamente reconhecemos o que nos ensinaram, o quanto ajudaram nas nossas escolhas e nos incentivaram quando se andávamos mais desanimadas.
Outro mérito é no final agradecer a todos os que contribuiram para ser a pessoa que hoje é.

Beijinhos
sentaqui a 5 de Dezembro de 2010 às 21:50

Estou muito grata por todas as contribuições que me deram ao longo destes anos... Obviamente a maior foi a vida, por isso, pai e mãe estão no topo da gratidão...

:-*
Trintona(inha) a 6 de Dezembro de 2010 às 15:16

Ainda bem q vc nao pensa em sexo.meus parabens
bjos gostosos
Anónimo a 7 de Dezembro de 2010 às 02:19

Onde é que diz que eu não penso?

E é crime pensar? Ou pecado? :-O

E fazer?
Trintona(inha) a 7 de Dezembro de 2010 às 18:08

Só para dizer que continuo a ler :P
Beijos
G a 7 de Dezembro de 2010 às 10:30


Certo.

Beijos
Trintona(inha) a 7 de Dezembro de 2010 às 18:08

Parabéns pelo seu blog, muito interessante. Estou estudando Português, eu não consigo entender tudo, mas quase! ;)


Muito obrigada!!!

Boa sorte com o Português, não é uma língua fácil... Mas se é italiano(a) está tudo mais facilitado, não é?

:-*
Trintona(inha) a 1 de Janeiro de 2011 às 14:35

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