Considero-me uma trintona média, logo, representativa da Classe... mas posso estar enganada...

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Mai 11

 

Se há coisas que me perturbam, a discriminação de géneros é uma delas.

 

Quando aplicada aos meus filhos, perturba-me profundamente.

 

Comecei o dia a refilar com um colega que se armou em palhaço e levou para o trabalho balões daqueles de fazer figuras. Fez uma flor, deu a uma colega e disse que era para a filha... fez uma espada e deu a outra colega, para o filho... Que coisa!

 

Há alguns anos, quando a minha filha descobriu que tinha órgãos sexuais, foi recriminada e chamada de "porca" pela avó. Hoje, ele fez a mesma descoberta, tendo sido quase elogiado. Nós mulheres é que fazemos isto a nós próprias. É verdade que há culturas que fazem bem pior, mas acho que há um longo caminho a percorrer!!!

 

MULHERES, ACORDEM!

publicado por Trintona(inha) às 22:31

15 comentários:
de acordo... ;)
Meio Palmo a 11 de Maio de 2011 às 10:27

Haveria tanto mais para mencionar, não é? :-(

:-*

Percebo o teu ponto de vista.
Mas a verdade é que ninguém quer ter uma filha machona nem um filho amaricado. E contra isto...

No entanto, eu adoro as diferenças de género.
Miguel a 12 de Maio de 2011 às 04:24

Explica-me lá o que são uma "filha machona" e um "filho amaricado"...

O importante do meu comentário não são os conceitos, mas sim a mentalidade vigente.

As diferenças existem e vão continuar a existir, E nalguns aspectos, ainda bem.

Mas, independentemente do possamos dizer e/ou pensar, ninguém gosta de raparigas/mulheres com pelos nos sovacos nem de rapazes/homens com cuecas de renda.
Miguel a 20 de Maio de 2011 às 13:47

Olha, quanto às cuecas de renda, eu dispenso. Mas os pêlos... também os dispenso, onde quer que seja, no corpo de um homem! ONDE QUER QUE SEJA!!!

Got it?

Isso do amaricado e do machona é cultural, tudo depende da época, da cultura e do meio onde se vive!

:-*

Já marquei a depilação. Total, excepto a cabeça, a que está acima do pescoço.
Miguel a 23 de Maio de 2011 às 13:22

Sempre provocador, senhor M!!!

:-*

Nem mais!
Eu não posso educar um rapaz porque só tive filhas mas repugna-me que ainda hoje se tratem os dois sexos com tamanha desigualdade...
A nossa geração não tem estado a fazer um bom trabalho, não achas?
excessiva a 18 de Maio de 2011 às 20:06


Parece-me que nestas questões de diferenças de género, a educação das meninas é que tem de ser mais pensada. Claro que há excepções: "um homem não chora", "homem que tem várias mulheres é um grande macho", etc... Mas nas meninas é que nós falhamos grandemente: "menina que mexe no pipi é porca", "mulher que teve mais do que x parceiros é p***", "mulher séria n faz x, nem y, nem z, nem mais 1000 comportamentos"... etc... etc...

Creio que há muitas gerações que só se fazem pequenos avanços. Também creio que não é fácil, há muita coisa enraizada... ás vezes dou por mim com as palavras já "penduradas na língua"... Coisas ténues... dava um post, não é?

:-*

Obrigada pela visita e pelo comment!

Sem dúvida.
Gostei da maneira com escreves.
Adicionei-te, vou-te seguir. Não te importas, pois não?
excessiva a 22 de Maio de 2011 às 13:56

Não só não me importo como prometo ir visitar o teu também!

:-*

Óptimo.
Lá te espero e espero que gostes...
eu adoro escrevê-lo.
excessiva a 25 de Maio de 2011 às 18:27

Sobre o cerne desta questão, vejam a revista visão desta semana - 08/06/2011.
Miguel a 9 de Junho de 2011 às 11:48

Não dá para pores o link do artigo, ou o título?

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