Considero-me uma trintona média, logo, representativa da Classe... mas posso estar enganada...

22
Set 08

Já aqui devo ter dado a entender várias vezes a dificuldade que sinto em pôr de lado o passado e recomeçar a viver de novo. Viver na verdadeira acepção da palavra, em termos amorosos/relacionais. É difícil voltar a confiar. Mesmo que não seja na mesma pessoa. Mesmo que não tenhamos razões reais para desconfiar. Se há algo remotamente semelhante com algum episódio do passado, o primeiro pensamento que me assola é «estás a ser enganada...»

 

Uma das poucas coisas que me ficou das duas únicas sessões de psicoterapia que fiz na vida foi a explicação racional desta dificuldade em voltar a confiar... Não quero pôr-me numa posição de fragilidade, de permitir que alguém me magoe outra vez... Damn, you're right, lady! Porque é que havia de deixar?! Porque se não me permitir colocar outra vez nessa posição... e quem sabe mais uma dúzia de vezes, nunca mais vou viver um amor intenso?! Ah, pois é... Eu SEI disso... Agora... PERMITIR...

 

Tenho muitas saudades do irlandês. Vou vê-lo amanhã. Mas sei que, mesmo que ele me dissesse que encontrou outra pessoa, a vida continua. Agora, será porque não me entreguei incondicionalmente ou porque, simplesmente, aprendi que não se morre de amor? Ou será que, apesar de não aceitar convites «para café» ;-) nunca afastei por completo os «pretendentes» e isso, de alguma forma, me transmite segurança para a minha máxima... «Os homens são como os comboios, perde-se um, apanha-se outro!»? Já sei, é mau... Mas ao menos é sincero! E como nunca jurei fidelidade nem exclusividade, não é desonesto... Como, para mais, não sei como é que ele encara a relação nesta questão... Enfim...

 

Beijos!

 

 

publicado por Trintona(inha) às 20:22
sinto-me: Apesar das dúvidas, bem!
música: Eternamente Tu - Jorge Palma

6 comentários:
Identifico-me contigo.
Não sei se é não querer confiar. Ou se é o facto de não querer ser novamente magoada. Não quero sofrer como sofri.
Talvez ache que já passei pela minha fase de paixões intensas e só procure uma pequena aventura.
Talvez seja por isso que tu também não excluis os restantes "pretendentes"...

Quano começo a pensar no que sinto falta, mesmo falta é ... de sentir o meu coração bater mais rápido só porque me vou encontrar com determinada pessoa. Sentir a adrenalina do encontro, sentir que sou desejada e que tudo vai correr bem. Nem que seja naquela hora do "café".

;)
Patxocas a 23 de Setembro de 2008 às 09:58

Na história da Humanidade há apenas uma constante: os erros do passado são os mesmo que vamos cometer no futuro.

Tem que haver uma lógica nisto: se não cometermos os mesmos erros, não vamos sentir as mesmas emoções, as boas e as más, as óptimas e as péssimas.

Queres ser uma excepção, é?

E depois há aquele ditado "não há bela sem senão".

Só levas o que há de bom? Olha que o pacote traz sempre de tudo um pouco. Se não conseguires apenas o que gostas, "sente-as" com mais intensidade, e liga menos ao que não aprecias.

"Amanda-te", mulher, carpe diem... carpe vitae!
Miguel a 23 de Setembro de 2008 às 14:05

Olá Miguel

Já me amandei! ;-) E mesmo que não corra bem, não me hei-de arrepender...

Beijos!
Trintona(inha) a 25 de Setembro de 2008 às 22:46

Vale mais arrependeres-te por teres tentado .. do que passares a vida a pensar como teria sido ..
Bjs
Marta a 25 de Setembro de 2008 às 15:10

Olá

Exacto. Estou a experimentar... E mesmo que acabe «amanhã», o «ontem» já compensou. ;-)

Beijos

E mais nada.
É do acaso que nascem os melhores casos.
Miguel a 26 de Setembro de 2008 às 17:24

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