Considero-me uma trintona média, logo, representativa da Classe... mas posso estar enganada...

06
Mar 09

 

Em conversa com um amigo, surgiu a questão dos homens que têm um comportamento inadequado face à sua situação "matrimonial".

 

Quer seja sair com amigos e regressar já quase de manhã, quer situações que envolvam, nos seus vários espectros, outras mulheres. Uma primeira vez, pode acontecer a qualquer um. Sou a primeira a dizê-lo. Acontecer uma primeira vez e sentir a consciência pesada, creio que será uma situação normal e até compreensível.

 

O que eu não entendo, e conheço várias personagens assim, é porque é que as pessoas o fazem vezes sem conta, se de cada vez que sentem que erraram, ou melhor, podiam ter uma atitude mais correcta, pensam em mil formas de não serem apanhados e depois voltam a reincidir uma vez, e mais outra... às vezes até serem efectivamente apanhados.

 

Burrice?

 

Falta de consciência?

 

Apetência pelo risco?

 

Falta de noção das consequências dos seus actos?

 

Relação prazer/risco demasiado elevada?

 

Penso que, de uma forma geral, cada sexo terá a sua opinião. De uma forma particular, haverão pessoas que sabem bem do que falo e que terão noções bem mais especificas e certeiras do que as minhas. Eram essas que eu gostava de conhecer...

 

Beijos!

publicado por Trintona(inha) às 19:49
sinto-me: Inquisidora!
música: É isso aí - Ana Carolina e Seu Jorge

8 comentários:
Olá T,

Fico contente por não teres desistido de escrever no blog..

Beijocas!!
Gonçalo a 9 de Março de 2009 às 08:22

Obrigada Gonçalo!

Beijo!

Quanto a esta e outras questões, a generalização é muito perigosa...pois a jusante de comportamentos considerados como inadequados, podem estar motivos da mais variada ordem... ou não... tornando-os assim adequados ou não...
Fiz-me entender , ou não ???
vulgar a 9 de Março de 2009 às 11:01

Olá V

Bom, vejamos...

Não falo de relações onde situações como o swinging é aceite, nem tão pouco de relações ditas "abertas". E digo ditas porque ainda não conheci um casal onde tudo está bem e aceitam pacificamente que cada um deles se relacione emocional e sexualmente com outras pessoas.

Falo de situações onde há um relacionamento com presunção de exclusividade recíproca, onde um deles pensa (muitas vezes com razão) que o outro está a cumprir o que promete e o outro colecciona "traições". E ponho aspas porque não gosto desta palavra, mas de momento não tenho nenhuma melhor.

Então... o que é que pode estar a jusante de um comportamento em que estamos a trair a confiança depositada em nós, por uma pessoa que gosta de nós, que está disposta a partilhar um lar, filhos, uma vida connosco?

E não, não vou dizer que este comportamento é exclusivo ou sequer maioritariamente masculino... As mulheres sabem talvez esconder melhor... Entre outras razões...

Terei entendido?

Beijo
T

Todos são fiéis até à primeira vez.
Depois da primeira, e por muito que possa pesar a consciência, se não for descoberto nem daí resultar uma alteração da relação, então não há razões para parar. Na verdade, devia haver razão para não continuar, mas é mais fácil a outra versão.

Já o tenho dito e hei-de repetir sempre: segundas oportunidades nas relações e nos afectos são tempo perdido. Quem enganou uma vez e, por qualquer razão, não provocou o desenlace (ou porque ninguém descobriu, ou descobriu mas perdoou, etc), fica sempre convencido que pode voltar a prevaricar.
E não é por qualquer das razões que invocas nas 4 perguntas.
Quem trai, trai porque pode. Só isso.
Todos imaginamos uma aventura com qualquer pessoa que não a nossa companhia. É muito excitante, sabemos quais podem ser os resultados, logo temos consciência dos riscos que estamos a, e gostamos de, correr, e por isso não somos burros.
Mas, se podemos e sabe bem, porque não?

Felizmente, não falo por experiência própria, mas sim com base em conversas com dois amigos meus que, esses sim, me falaram do que fizeram, do como e do porquê.
Miguel a 9 de Março de 2009 às 13:44

Olá Miguel

Vamos por pontos então.

Se fazem e não são apanhados (as), continuam. Pois, parece ser mais ou menos universal. Talvez seja como tu dizes, sabe bem, e se não se vislumbram riscos...

Segundas oportunidades são tempo perdido. Acredita, foi uma lição de vida para mim. Sigo à risca, de há algum tempo para cá.

Quem trai, trai porque pode. Ok, verdade, mas o oposto não se verifica...

Em relação aos resultados, não concordo. Pelo que vi e vejo, nem sempre as pessoas têm noção de que, se forem apanhadas, mudam a vida tal como a conhecem. Muitas vezes, bem drasticamente.

Beijo!

Fui suficientemente rápida? ;)

O meu raciocínio, que julgo na linha do post, era sobre os reincidentes que por qualquer razão conseguiram manter a relaçãop depois de descobertos.
E foste rápida, sim senhora.
Miguel a 10 de Março de 2009 às 13:10

Olá Miguel

O post era, basicamente, para eu tentar compreender porque é que algumas pessoas mantêm um comportamento que elas próprias têm alguma dificuldade em compreender... Porque é que continuam a trair, se, de cada vez que voltam para junto das pessoas com quem assumiram um compromisso, se sentem com a consciência pesada e têm necessidade de inventar mil desculpas...

Simplesmente porque sabe bem? Porque podem?

Beijo!
Trintona(inha) a 10 de Março de 2009 às 16:11

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