Considero-me uma trintona média, logo, representativa da Classe... mas posso estar enganada...

20
Jul 11

 

 

Quando, há provavelmente mais de um ano, fui ver o filme "Comer, orar, amar" ao cinema, com duas amigas, chorei baba e ranho, no final. Claro que não deixei que ninguém visse, e já o voltei a ver depois disso e nada bateu. Hoje voltei a vê-lo, e finalmente percebi porque chorei tanto. Foi a minha história, é a minha história e não sei bem durante quanto tempo mais o vai ser.

 

Uma mulher magoada, uma mulher bem consigo própria mas que, até à data, se tem enganado muito nas suas escolhas, encontra o homem mais improvável e apaixona-se. 

 

Quando ele quer que ela deixe o conforto de se prover a ela própria, que deixe de ser independente, e de voltar a entrar de cabeça numa relação, ela tem medo e foge. Ela sou eu.

 

Quando ela finalmente se apercebe que ele é quem a faz feliz, quem a completa, ela prepara o barco e chama-o. E aí eu choro outra vez, pensando se alguma vez serei eu.

 

 

 

 

 

 

Seguramente, um dos filmes da minha vida.

http://www.youtube.com/watch?v=p9WrXpQT1tg&feature=fvst

publicado por Trintona(inha) às 19:56
sinto-me: Muito bem!

Por incrivel que pareça, ainda não vi o filme, nem li o filme... e gostava tanto...
A vida é assim... ficam sempre os "ses" na nossa cabeça!
Mas o que tiver que ser, será! E o que nos pertençe a nós retorna!
Força aí! :)
Monóloga a 20 de Julho de 2011 às 23:59

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