Considero-me uma trintona média, logo, representativa da Classe... mas posso estar enganada...

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Nov 11

 

Logo após a minha separação criei na minha cabeça uma série de máximas. Uma delas foi jurar a mim mesma que nunca ia voltar a acreditar que existem pessoas fiéis. A teoria é mais ou menos assim: toda a gente dá a facadinha se achar que não é apanhada e quando a tentação é superior a um nível-limite. Se a tentação não for suficientemente grande, não o fará... Já se for...

 

Assim, vendo-me numa relação há já algum tempo, de vez em quando penso... mantenho a mesma teoria ou revejo, adaptando-a à minha situação actual? ;-)

 

E não é que há coisa de semanas me vejo, em plena viagem de carro com o respectivo a explanar a minha teoria?

 

Ao que ele me responde: "Claro que o mesmo se aplica a ti..."

 

(Obviamente, não neguei...)

 

publicado por Trintona(inha) às 23:11

9 comentários:
M:

Eu vivi uma relação de 7 anos em que soube que era traída. A primeira vez que tive a certeza foi aos 2 anos de relação. Descobri pela alteração de comportamentos e tive a confirmação através de um SMS, recebido às 6h da madrugada... no tlmv dele, claro. A segunda vez flagrei a situação. Nunca o traí. Sempre achei que não era a minha onda. Simplesmente acabei a relação quando achei oportuno.

Numa relação que não chegou a durar um ano, de cada vez que ele viajava, eu ligava para aquele que ainda hoje é uma tentação. Tentação tão grande que eu procuro evitá-la a todo o custo.

Eu acho que fui hipócrita em achar que era algo que nunca me ia acontecer a mim (trair). Se quiseres, podes trocar a palavra por outra que te soe menos agressiva...
Trintona(inha) a 5 de Dezembro de 2011 às 19:11

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