Considero-me uma trintona média, logo, representativa da Classe... mas posso estar enganada...

08
Fev 13

 

Pelo que percebi, fui intimada (estou a brincar!!!) para escrever sete factos sobre mim.

 

Então bora lá:

 

1. Sou gaja. Há quem não goste desta palavra, mas, para mim, ser gaja é muito específico: é ser-se do sexo feminino, mas descomplexada, descomplicada e despachada. Gosto muito de ser assim, por isso digo: sou gaja!

 

2. O ano passado mascarei-me de diabinha. Este ano, para desenjoar, queria vestir-me de freira. E vou trabalhar assim vestida, pois claro, se me tiram a tolerância vou trabalhar mascarada.

 

3. Sou mãe. Incontornável, muda a vida de uma mulher de uma forma tal que passa a defini-la. E sou mãe de uma recém-adolescente, por isso: DEUS, TEM PIEDADE DE MIM!!!

 

4. Tenho o cabelo vermelho. De há uns tempos para cá ando numa de red-head.

 

5. Sou portuguesa. Mas muita gente diz que pareço mais brasileira que portuguesa. Eu fico um bocado chateada, sobretudo porque falo português normalíssimo...

 

6. Gosto de pornografia. Já não sei se é por não ser políticamene correcto se é por não gostarem verdadeiramente, poucas são as mulheres que o afirmam. Por isso aqui vai: eu gosto, põe-me na mood certa e pronto. 

 

7. Last but not least: sou enfermeira. Isto sim, acho que nunca revelei no blog...

 

publicado por Trintona(inha) às 21:34

21 comentários:
Como tens miúdos, tenho que partilhar esta.

Há putos assim... são especiais!

Num infantário a educadora está a ajudar um menino a calçar as botas.
Ela faz força, faz força, e parece impossível: as botas estão muito apertadas.
Ao fim de algum tempo, e a muito custo, uma bota já entrou e a outra já está quase.
Nisto, diz o miúdo:
- As botas estão trocadas!
A educadora pára, respira fundo, vê que o rapaz tem razão e começa a tirar-lhe as botas.
Mais uma dose de esforço e depois ela torna a calçar-lhas, desta vez nos pés certos.
Ao fim de muito tempo e muito esforço, ela lá é bem sucedida e diz:
- Bolas... estava a ver que não... custou...
- Sabe é que estas botas não são minhas!
A educadora fecha os olhos, respira fundo e recomeça a descalçar o rapaz novamente.
Quando finalmente consegue, diz ao miúdo:
- OK! De quem é que são estas botas, então?
- São do meu irmão! A minha mãe obrigou-me a trazê-las!
A educadora fica em estado de choque, pulsação acelerada, vai respirando fundo, decide não dizer nada e a calçar novamente o rapaz.
Mais uma série de tempo e finalmente consegue.
Por fim diz-lhe:
- Pronto, as botas já estão! Onde é que tens as luvas?
- Estão dentro das botas!...
Miguel a 20 de Fevereiro de 2013 às 16:47

Já conhecia, mas, acredita... as manhãs, tardes e noites de uma mãe são MESMO muitas vezes assim...
Trintona(inha) a 26 de Fevereiro de 2013 às 20:13

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